Saiba as Diferenças entre Reservados Reservas e Gran Reservas

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O Reservado. Quantas e quantas vezes os consumidores deparam-se com este rótulo nas prateleiras de supermercado? No geral, vinhos com preços mais populares e a lembrança de que estes vinhos possam ter passado por barricas e, portanto, para muitos melhor.

Ocorre, na verdade, que trata-se de uma prática cada vez mais disseminada entre as vinícolas chilenas nomear como Reservado os vinhos que são sobras de safras passadas. Faz-se um corte blend de com estes vinhos. São vinhos simples e muitas vezes o vinho de entrada (mais barato) das conhecidas vinícolas do país. 

Claro, muito diferente, da prática estabelecida em alguns países da Europa, principalmente a França, na região de Champagne onde é comum a elaboração do vinho espumante com utilização das boas safras anteriores, tudo para que as características de cada safra componham um vinho único.

Agora não confundir com Reservados com os Reservas e os Gran Reservas. Neste caso, por legislação estes vinhos passam por barricas por tempo mínimo de 12 meses. 

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Um Guia Para Conhecer a Cabernet Sauvignon

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A uva tinta mais plantada no mundo. Pelas suas magistrais características de qualidade, quantidade e adaptabilidade a tornaram uma uva internacional. Não há consumidor de vinhos que não tenha colocado um vinho elaborado com ela na boca.

Entretanto, mesmo possuindo excelentes qualidades de adaptação, como qualquer outra uva nos trás vinhos bem distintos dependendo do terroir, como veremos adiante.

Mas quem ela é? Onde nasceu? Quais são suas principais identidades?

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Desmistificando os Açúcares do Vinho

 

ESPUMANTES LONA

Pelas perguntas recebidas ainda há dúvidas sobre os açúcares no vinho. Sua nomenclatura, classificação e, principalmente origem destes açúcares.

Penso ser fundamental ao interessado em vinhos o costume e atenção na leitura dos contra-rótulos. Como nas moedas é a cara (rótulo) e coroa (contra-rótulo). Fundamentais informações estão ali contidas. Entretanto, esta matéria terá publicação específica.

Vamos nos ater aos açúcares, seus conceitos e preconceitos. 

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Para Entender os Vinhos Secos, Meio-Secos e Doces

MEIO SECO

Me pergunta o amigo Thiago. Um leitor do blog Alemdovinho. 

Caro Peter,
Muito bom seu blog! Aprendo sempre que entro no site!
Gostaria de tirar uma dúvida com você acerca de vinho seco e meio seco.
Vejo em muitos sites pessoas desqualificando um vinho por ser meio seco (chegando ao absurdo de comparar a chapinha!). Às vezes nem provam o vinho, mas por ser meio seco, ja dizem ser ruim. Qual sua opinião em relação ao vinho ser seco ou meio seco? Ser meio seco é característico de vinho ruim?
Abraços!

Primeiro lugar. Thiago muito obrigado por perguntar e interagir. Assim eu aprendo e vocês também. Esta pergunta é tão pertinente e recorrente que resolvi escrever esta publicação.

Principalmente, hoje que houve mudanças interessantes na legislação brasileira. Alguns importantes rótulos estrangeiros elaborados com uvas conhecidas como a Cabernet Sauvignon ou mesmo este da foto que resolvi ilustrar esta publicação. um Primitivo Di Mandúria, vinho que vai fácil para os seus R$ 200,00 reais.  

A primeira pergunta que vem. Mas um vinho deste valor por ser meio seco? Vinho meio seco ou doce não são vinhos de qualidade duvidosa? 

Para responder esta pergunta precisamos lidar com alguns conceitos como: Desinformação, preconceito, sempre ele e confusão de classificações.

A CONFUSÃO DAS CLASSIFICAÇÕES 

A primeira grande divisão dos vinhos pode ser feita através das origem das suas uvas.

VINHOS DE UVAS AMERICANAS: 

Também conhecido como vinho de mesa (que pela legislação pode conter uvas viniferas). São as uvas também de mesa. Como Niagara, Bordô, Isabel, entre outras. Em geral os vinhos mais baratos, simples e também chamados coloniais. Invariavelmente no rótulo teremos vinhos suaves, ou seja, vinhos com açúcar de cana residual para que possam ser docinhos na boca. Também recebendo a classificação de vinho de mesa. Que também poderá ser seco, meio seco (meio doce) e doce.

VINHOS DE UVAS VINÍFERAS: Os chamados vinhos finos. Já nos vinhos de uvas viníferas, chamadas de uvas finas. Uvas não de mesa, a maioria de origem européia como a Cabernet Sauvignon, Merlot, Chardonnay, entre outras.

 Estes dois vinhos (mesa e fino) podem ser, segundo o Decreto 8198/2014, artigo 31 e 34, portanto recente 2014:

SECO: Seco na literatura do vinho é sinônimo de ausência de açúcar ou até 4 gramas por litro, seja ele residual do fruto ou exógeno, cana de açúcar, por exemplo. A esmagadora maioria dos vinhos finos são secos.

MEIO SECO – MEIO DOCE: Dentre os vinhos poderemos ter o Demi-Sec (meio Doce), expressão mais usada nos espumantes e o vinho meio-seco. Os dois nós teremos residual de açúcar, tanto da própria uva como externo, como cana, pelo método da chaptalização. Que é a introdução de açúcar de cana no mosto que será vinificado para aumentarmos os percentuais de álcool e termos um vinho, digamos, mais alcoólicos. Os índices de açúcar vão de 5 gramas por litro até 25 gramas por litro.

Aí o perigo e a confusão de quem se fixa só nas classificações. Este Manduria da foto deve ter pouco mais que 5 gramas por litro e está, legalmente na mesma classificação que um vinho bastante adocicado como seus “primos” coloniais.

VINHOS DOCES: Suave ou doce – o que contiver superior a vinte e cinco gramas de glicose por litro, sendo que para os vinhos de Vitis vinifera o limite máximo é de oitenta gramas de glicose por litro.

PARA RESOLVER DÚVIDAS SOBRE OS VINHOS DOCES

Nos vinhos finos. São os chamados de vinhos de sobremesa que se sub-dividem em: Colheita Tardia que pode ser pela colheita de uvas em estado de passas ainda na videira e os pelo appassimento que são os passitos, botritizados e o Ice Wine.

PASSITOS QUE VINHOS SÃO ESTES?

PRECONCEITO

Einestein já dizia: Mais fácil destruir um átomo que um preconceito.Pois bem, o preconceito limita o conhecimento das situações e nos traz desinformação. 

Os vinhos como Chapinha, Sangue de Boi, Canção e outros são vinhos elaborados com as uvas americanas e suas características como vimos acima. Assim impossível compará-los com aqueles vindos da uva vinífera. Torcer o nariz para estes vinhos e, pior não considerá-los vinhos só aumenta a desinformação.

São vinhos, sim. Porém, não do seu estilo, do seu agrado, assim como não são do meu. Mas, daí  eu bombardeá-los vai uma distância grande.

Entretanto, são vinhos que eu não aprecio vindo de uvas americanas fermentadas.

DESINFORMAÇÃO

Aí digo, o preconceito traz a desinformação. Há vinhos doces, portanto, não secos que eu amo, como por exemplo, os Ice Wine. Agora, se me perguntarem se eu gosto dos vinhos doces com açúcar de cana eu vou dizer que não. Mas respeito quem goste.

Por fim, vinho fino meio-seco de uvas viníferas, com 5 ou um pouco mais de açúcar residual (em geral da própria uva) eu gosto demais.

Resumindo. Não será a classificação de percentual de açúcar (dentro do razoável, claro) que determinará a encruzilhada do vinho. O caminho a seguir, mas, sim, das uvas utilizadas, se americanas (de mesa) ou viniferas.

Agora, doce mesmo é o sax de Webster. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Conhece o Mistela? Um Sweet Wine Diferente

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Sabe aquela vontade de apreciar um vinho docinho estilo sobremesa? Algo com mais álcool e doçura? Porque não um Mistela?

Opa o que é um Mistela? Nunca ouvi falar dele. Pois tecnicamente um Mistela é um mosto de uva não fermentado. Um mosto é um suco de uva com cascas que receberá as leveduras para a fermentação. Aqui este mosto receberá álcool vínico a 70 G/L que será gradualmente ajustado para ter no máximo 18% de álcool.

No caso eu apreciei este Mistela da Antonio Dias. Minhas impressões?

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Descubra os Vinhos com Alma, Personalidade e Paixão

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Temos vinhos dos mais variados países, desde os tradicionais até os que estão a debutar. Temos, também,  locais  para compra de vinhos, desde os isentos e enormes supermercados até lojas especializadas, passando pela compra on line. Até o que eu estou a propor, um atendimento personalizado para saber qual o estilo de vinho que você prefere.

Estilos de vinhos? Os mais variados possíveis. Desde os espumantes, passando pelos frisantes, chegando nos de sobremesa (dessert wines) até os licorosos/fortificados, brancos, roses e tintos. Cada um deles, independente do país de origem dividem-se em brancos refrescantes (leia), brancos frutados (leia) até brancos aromáticos (leia). Os roses em refrescantes e encorpados. Os tintos em Frutados (leia), Sedosos (leia) e Encorpados (leia).

Por fim, temos os vinhos “normais” os orgânicos, bio dinâmicos e naturais. (leia). Só não temos espaço para o preconceito.

VINHOS ORGÂNICOS, BIO DINÂMICOS E NATURAIS

Eu, editor do alemdovinho, com mais de 30 anos de estrada, como qualquer um de nós, tem um vinho que agrada mais do que outros.

Querem saber?

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Entenda a Diversidade do Rhône Sul

FRANÇA AVIGNON

Chegamos ao Rhône  Sul. Em relação ao norte, aqui tudo muda, desde as uvas que se multiplicam, até o terroir que passa a ser de planície com clima marcadamente marítimo.

Terra de vinhos de corte, raramente se vê os varietais. O enólogo por estes lados deve elaborar vinhos de acordo com as tintas que a natureza passa. A cada ano um quadro com matizes diferentes.

Região de pelo menos 6 ou 7 uvas predominantes, entre elas a Mouvèdre, Grenache, Cinsault e Carignan entre outras menos conhecidas como a Picopouol e a Grenache Blanc. Aqui e ali aparecem a Chardonay, a Chenin Blanc e até mesmo a Viognier.

Vamos aos vinhos, as regiões e estilos?

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