Dicas para Valorizar Seu Espumante

 

balde de espumante

Final de ano, para muito é época de consumir os espumantes, crémant e champagne.

Para mim é diferente, se eu tiver uma joia destas na geladeira e não arrumar motivo em uma semana para abri-lo começo a ficar preocupado com minha saúde mental. 

Geladeira cheia das bebidas escolhidas falta o servir corretamente. Nada de imposição de regras, entretanto, o espumante requer cuidados especiais para que não venhamos preservar o máximo potencial deste estilo de vinho.

Pense que para que se tenha na mão um vinho ao estilo espumante, muitas vezes 12 meses ou mais de maturação e trabalho das leveduras, assim, se alguns detalhes mínimos não forem seguidos num só toque liquidamos o trabalho de muitos meses.

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A Magia de Transformar Uvas em Espumantes

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Antes de começarmos a falar dos espumantes do mundo e do champagne o certo é que este estilo de vinho é o mais glamouroso que há. Não há festa neste mundo sem esta bebida. Desde casamentos até comemorações.

E por que isto?

Os vinhos espumantes nasceram no sudoeste francês, no Languedoc, entretanto, na região de Champagne é que eles ganharam, digamos a formatação atual.

Lembramos que os vinhos viajam mal em épocas passadas. O vinho da região é o consumido. Champagne fica perto de Paris e na época do Rei Luis XIV abastecia as festas e casamentos de Versailles. Desta maneira rapidamente saiu das Abadias e ganhou as altas rodas da sociedade da época.

Mas como ele é elaborado?

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Dicas Para Harmonizar Molhos e Vinhos

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Grande parte das dicas de harmonização entre vinhos limita-se entre a carne e o vinho.

Peixe combina com vinho banco. Frango combina com tintos leves e carnes mais gordurosas com tintos mais encorpados.

Atenção ao detalhe: Qual o molho que vai acompanhar esta carne? É ele que irá determinar este ou aquele vinho, não a carne.

E há uma infinidade de molhos. E no oceano dos molhos muitos navegantes relatam odisseias com final feliz e naufrágios memoráveis. Entender de molhos é essencial para o sucesso da harmonização.

Nesta publicação procuro passar as dicas que uso harmonizar meus pratos.

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Desvende o Terroir. O Senhor da Vinha

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Este é o vinhedo de Cotie Rotie. Vale do Rhône. Terra berço da Syrah.  Um dos mais consagrados terroir do mundo.

Com estas fileiras de vinhedos feitas pela mão do homem no solo duro, granítico, sem amarração (condução) alguma  tudo para que estes terraços abriguem uvas previamente determinadas que mais se adaptam as condições climáticas bem rudes.

Por terroir, hoje podemos dizer que é a conjugação de clima, solo, topografia e intervenção humana. Estes elementos definem esta ou aquela uva a se adaptar. Ele é o Senhor da Vinha. Há duas verdades lapidares no mundo do vinho:

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Quem é o Senhor do Vinho?

TOKAJI ENVELHECIMENTO

Se o senhor das vinhas é o Terroir. O Senhor dos vinhos é a Oxidação.

Parece que a oxidação somente apurou o que já era bom nestes exemplares de Tockaji de 1957. Mas cotidianamente a oxidação faz parte da elaboração e da vida dos vinhos. Seja eles quais forem.

Todos os vinhos envelhecem (oxidam) alguns com mais saúde, outros nem tanto.

Nomes utilizados, diariamente, no mundo do vinho como “vinho evoluído”, este vinho precisa “abrir”, este vinho precisa “respirar”, este vinho te toques de oxidação e por aí vamos. Mas quais os efeitos do oxigênio no nosso vinho do dia-a-dia? No que ele influencia? Como ele se nota presente?

Vejamos:

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Barricas no Vinho. Quando são Essenciais? Quando são Temperos? Quando são Desnecessárias?

apresentação do vinho barricas

Assunto por demais tormentoso que ainda tira o sono de muitos apreciadores do vinho.

Parece que quanto mais leem menos sabem.

As barricas. Quase todos os rótulos de vinho a mencionam. Alguns não conseguem entender o vinho sem elas. Mas qual a sua utilidade na elaboração do nosso vinho?

Quando elas são essenciais? Quando elas são temperos? Quando elas são desnecessárias?

Quais as suas funções na vinificação?

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A Primeira Vez No Vinho – Parte 03 – O Sensorial do Vinho

AROMAS SYRAH

O vinho é antes de tudo uma bebida sensorial. Creio que não há nenhuma que se iguale ao vinho. Ele evoca lembranças sensoriais das mais antigas. E cada um de nós tem a sua. Esta é uma das razões de que a frente de um vinho cada qual tem uma sensação diferente.

Entretanto, importante destacar que não há nenhuma regra fixa e imutável para compreender o vinho.

Nesta publicação vou apresentar as três análises clássicas do vinho. A Visual, a Olfativa e a Gustativa. 

Vamos entrar nesta viagem? 

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