Tinto Cão. A acidez nos vinhos do Douro


UVA TINTA CÃO

Uma das uvas top six que compõem o famoso vinho fortificado Porto Tinto. Junto com a Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz, Tinta Barroca e Tinta Amarela.

Quase extinta tempos atrás, hoje ocupa uma diminuta área do Douro, algo menos que 3%. E por quê tão pouco? A razão desta área pequena deve-se ao fato esta uva não adaptar-se bem ao longos e intermináveis dias de sol e calor na fase final de maturação.

Para que seja preservada sua razão de existir no corte dos vinhos do Porto, qual sejam, os taninos em profusão e acidez firme.

Vem a pergunta, mas como uma uva com tantos “defeitos” pode ser uma importante peça no quebra-cabeças que é a montagem de um Porto?

Ora, estas características fundamentais na Tinta Cão são fundamentais para a longevidade aos Portos. Taninos e acidez garantem a guarda longa dos vinhos. De qualquer vinho tinto, seja ele fortificado ou não.

Este é o papel desta casta.

O nome desconhece-se, se bem que gostam, por lá, de referirem-se aos cães. Temos, por exemplo, a Esgana Cão.

Vai entender. Mas há outros nomes pelos quais é conhecida, como Castelhana Negra e Farmento.

Este o charme dos vinhos de corte ou blend. Cada casta fornece uma característica única e essencial ao conjunto.

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