NOVA ZELÂNDIA – PINOT NOIR E SAUVIGNON BLANC IMPERDÍVEIS


NOVA ZELANDIA 1

Falar em Nova Zelândia é falar em Sauvignon Blanc. Mais de 70% dos vinhedos são desta casta. Eles vão desde os frutados e encorpados do norte do país até os ácidos e herbáceos vindos do sul.

São os vinhedos mais austrais que se tem notícia.

Na ilha norte concentram-se as uvas francesas que compõem o famoso corte bordalês, a Cabernet Franc, a Sauvignon e a MerlotSão também os primeiros vinhedos do país.

Sem deixar de falar na Chardonnay. Região mais quente e ensolarada, menos sujeita às intempéries como ventos fortes e frios fora de época.

A meu ver o grande destaque fica por conta da Chardonnay de Hawkes Bay.

Na ilha sul estão concentradas as principais regiões. No norte da ilha sul a Sauvignon Blanc encontrou terreno fértil e vem produzindo um vinho de exceção. São Sauvignon Blanc extremamente aromáticos lembrando a maracujá e laranja. Na boca acidez firme e marcante com final de gole longo e muito refrescante.

O epicentro, sem dúvida alguma, é Marlborough. Suas baías e reentrâncias com clima frio e ensolarado no verão certamente são divinos e únicos.

Não tenha medo. Ao encontrar um vinho da Nova Zelândia com a uva Sauvignon Blanc de com o destaque de Marlborough no rótulo, compre-o ele é um vinho diferenciado.

Canterbury, mais ao sul da ilha ainda mantém condições para bons Sauvignon Blanc, mas a Pinot Noir, na minha opinião, outra grande uva da Nova Zelândia, começa a aparecer com força.

Também temos Riesling de grande qualidade.

Pegasus Bay é uma grande indicação de qualidade.

E a nossa manhosa Pinot Noir mostra toda a sua força e  elegância em Central Otago, ao sul da ilha sul.

Vinhedos como este da foto protegidos dos fortes e frios ventos, por montanhas esplêndidas, além de serem um dos mais belos vinhedos que conheço, fornecem as condições ideais para o desenvolvimento da Pinot Noir. Noites frias e dias ensolarados no verão nos trazem condições ideais.

Paraíso de uvas brancas tendo como uva ícone a Sauvignon Blanc, não sem esquecer da Riesling Renana, da Chardonnay, da Gewürtztraminer, entre outras. Nas tintas, certamente o destaque fica por conta da Pinot Noir seguida da Syrah e do tradicional corte bordalês (Cabernet Franc e Sauvignon e a Merlot). Em todos os 1.600 quilômetros do país, de norte a sul das duas ilhas encontramos áreas demarcadas para a produção de uvas com vinhos de qualidade.

Variações climáticas são bem distintas criando uma série de micro climas importantíssimos para a diversidade de uvas e estilos de vinhos neo zelandeses.

Destaque para o depois do enorme sucesso da Sauvignon Blanc lá pelos anos 80 o Governo estimulou que fossem erradicadas as uvas que até então não vinham dando resultado para estimular a plantação da Sauvignon Blanc e 10 anos depois a Pinot Noir.

Seguramente as duas uvas de mais sucesso em solo neo zelandês.

Em breve a sequência.

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