VINHO É PRAZER. NÃO PONTUAÇÃO


CHATEAUNEUF DU PAPE

Muito se fala de pontuações deste ou daquele senhor que, bem ou mal, formam opiniões no imaginário e no real dos consumidores.

Para mim não tem vinho bom ou ruim. Tem vinho estragado ou não. Vinho é prazer e que caiba no bolso, claro que este horizonte de prazer pode ser alargado com conhecimento, provas, comparações e leituras.

A minha pontuação é:

-Vinho estragado, deitar fora.

-Vinho ruim, tempero.

-Vinho que não deixa lembrança, na média.

-Vinho bom saio em dia de chuva e frio para comprá-lo.

– Vinho inesquecível é aquele que vai para a nossa caixinha de recordações.

Em qualquer vinho quero saber tudo sobre ele, produtor, região, uvas, clima, técnicas de vinificação, informações complementares.

Pontuar vinhos é reduzir alma, paixão, suor, amor, dedicação e técnica a meros números sem vida.

No meu conceito um vinho é perfeito quando está em perfeita harmonia os seus componentes principais, açúcar, álcool, taninos (tintos) e acidez (brancos e tintos) e os aromas.

Principalmente quando o vinho é feito de várias uvas, como é o caso dos  Chateauneuf du Pape aí de cima.

No mínimo 13 uvas tendo como coluna dorsal, a Grenache, tal como os violinos que servem de linha mestra para uma orquestra sinfônica.

O enólogo é um mestre, cada qual ao seu momento e cumprindo o seu papel. No rótulo uma breve explicação do que teremos que para apreciar.

 

 

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