CONFRARIA ALEMDOVINHO EQQUS CHARDONNAY

7 04 2012

 

Este foi o Chardonnay sem madeira que apreciamos no último encontro da confraria do alemdovinho.

O produtor é Haras de Pirque um conceituado Haras de Puro Sangue localizado em Pirque, região metropolitana da capital chilena.

Este produtor uniu suas duas paixões, o vinho e os cavalos. No vale del Maipo construiu uma vinícola em formato de ferradura e toda ela por gravitação. As uvas entram no local mais alto e seguem, cada passo da vinificação por gravidade.

Quem quiser ver mais www.harasdepirque.com

A região do Maipo é uma dos melhores terroir para grandes vinhos no Chile. Ali estão casarões das mais tradicionais vinícolas, como Concha Y Toro, Cusiño Macul e Viña Santa Rita, entre outros.

Grande terroir para os Cabernet Sauvignon. Hoje disputa palmo a palmo a terra com o crescimento de Santiago.

Este Eqqus é um Chardonnay clássico. Sem madeira, cor amarelo esverdeado. Nariz seco e herbáceo, algo raro em Chardonnay chilenos. Na boca boca mineral e um tanto frutado, uma combinação interessante.

Vejam a foto

 

Demonstra a razão da Chardonnay ser considerada a rainha das uvas brancas.

Sua adaptabilidade e qualidade somado ao fato de estar em, obviamente, 100% dos Champagnes e em mais de 80% dos espumantes do mundo demonstram a sua importância.

Não sem esquecer que pode-se produzir vinhos com ou sem madeira e seus estilos variam se plantada em regiões mais quentes ou mais frias. Nas primeiras um Chardonnay mais gordo e puxando para o mel, no frio mais mineral e herbáceo.

Este foi um grande vinho.





FALANDO DA MERLOT …

15 12 2011

Falar da Merlot é conhecer Bordeaux  e seus maravilhosos vinhos, pois ela faz parte do chamado corte bordalês junto com as Cabernet Franc e Sauvignon. Neste corte ela traz suavidade.

Falar da Merlot é dizer que a suavidade é sua característica principal, mas não se pode esquecer que produz vinhos encorpados e aromáticos.

Falar da Merlot é dizer que ela foi confundida durante muitos anos com a Carmenère em Apalta, na sub-região do Colchagua, Chile.

Falar da Merlot é dizer que pela sua adaptabilidade, produtividade e qualidade é, hoje, conhecida e plantada em todo mundo.

É dizer que gosta de climas frios dando-se muito bem no Chile, EUA e Argentina.

É falar que poderia se a uva ícone do Brasil, pois perfeitamente adaptada ao clima do sul do Brasil, região que concentra a produção nacional de vinhos.

Mas é falar, também, que nos últimos tempos vem produzindo vinhos  em grande escala, principalmente chilenos e de qualidade sofrível o que a fez perder cair em descrédito.

Falar da Merlot é dizer de sua perfeita perfeita combinação com carnes de porco e ovelha, esta última mais adocicada o que é par perfeito com a suavidade da Merlot.

E quando falo da Merlot só posso dizer que gosto muito de seus vinhos.

Quem sabe um Laura Hartwig produzido em Apalta? Todos os preconceitos vão evaporar-se.

Por fim o vídeo da Casa Lapostolle em Apalta Valley





CHILE – PARTE VIII – ACONCAGUA

3 12 2011

O vale do Colchagua poderia ser chamado de vale escondido, pois está encravado entre três cidades, Los Andes, Panquehue e San Felipe.

Na verdade é o vale de boas-vindas do Chile para quem vem de carro da Argentina. Está logo após a passagem da cordilheira dos Andes.

Não é um vale extenso, pelo contrário. Está, escondido, aos pés da cordilheira dos Andes. De altura média em torno de 700 metros é seguramente um dos vinhedos mais altos do Chile.

E a altura exerce forte influência nos vinhedos em função do gradiente de temperatura no verão. Dias em torno de 30º e noites em torno de 12º, tudo que a videira precisa para desenvolver seu potencial máximo. As noites frias desaceleram o processo de maturação e a lentidão na maturação fixa melhor os aromas, a cor e os taninos da uva.

Terra dos melhores Syrah e Cabernet Sauvignon do Chile.

Dali sai, para mim, um dos melhores chilenos, os vinhos da Von Siebenthal – Montelig – Carabantes – Toknar.  www.vinavonsiebenthal.com





CHILE – PARTE VI – MAULE

3 12 2011

No vale do Maule a geografia começa a mudar radicalmente, termina o vale entre as cordilheiras e começam as planícies patagônicas.

Como a região é bem mais fria temos a formação da névoas que favorecem o aparecimento da Botrytis Cinerea, a chamda podridão nobre e seus fantásticos vinhos de sobremesa. Mas pode-se se dizer que não é região que produza vinhos singulares. A região produz muito mais quantidade que qualidade, é só ver nos supermercados e lojas de vinho, se ele é mais barato com quase certeza veio desta região. Claro, não impede de produzir individualmente vinhos muito bons.

Eu gosto muito dos vinhos da Viña Botalcura. www.botalcura.cl





CHILE – PARTE V – BIO BIO E ITATA

3 12 2011

Certamente uma das grandes regiões do Chile a ser explorada. Daqui sai Chardonnay e Pinot Noir da alta qualidade.  O frio no verão aliado a alta incidência de sol traz um dos melhores terroir para a produção de brancos e Pinot Noir.

Aos poucos os produtores instalados no norte do país vêm aumentando a quantidade de vinhedos plantados.

A região pode-se chamá-la de porta de entrada da Patagônia chilena, começa abaixo do Maule, Itata, Bio Bio e Maleco são as principais.

Recentemente a região ficou conhecida mundialmente em razão do terremoto que teve o epicentro em Concépcion, centro nevrálgico da região.

E dali sai o melhor branco chileno que já apreciei o Sol de Sol da Viña Aquitania, este da foto,  simplesmente único e fantástico.





SOU A GEWÜRTZTRAMINER

13 11 2011

A foto foi retirada do site de Rolf Hicker. Não resisti de tão linda.

Pois bem a Gewürtztraminer parece ter crise de identidade. Possui a casca vermelha, mas produz um vinho branco de excelência máxima. Tem nome alemão mas nasceu em Traminer, hoje, Itália, Alto Ádige, antigo Süd Tirol do império Austro-Húngaro, mas faz um sucesso danado na Alsácia, França.  Para muitos difícil de falar o nome, mas muito fácil de se apaixonar pelos seus vinhos.

Esta é a Gewurtz(espciaria) em alemão Traminer.

Se a Sauvignon Blanc do post anterior vai do vinho com acidez marcante, estilo lima-limão, até os minerais. A Gewürtztraminer segue, dos vinhos levemente minerais e de acidez mais baixa até espetaculares vinhos tardios, principalmente os alsacianos.

Como todas  as uvas brancas de casca vermelha produzem vinhos de um amarelo dourado inebriante  muito aromáticos e de acidez média baixa a exemplo da Vermentino e da Pinot Gris.

Cuidado ao abrir um bom vinhos com esta uva, logo surge uma explosão de aromas que vão das frutas ao frutos secos.  Na boca outro show. Na ponta da língua o seu adocicado característico e ao fundo a acidez bem-vinda. Experimente encher a boca com este vinho e deixá-lo lá por uns instantes. É  um caleidoscópio de sabores e aromas.

Mas ela tem seus caprichos. Sua produção é baixa o que faz com que muitos não a plantem. Não se adapta fácil em qualquer lugar. Alcança seu potencial máximo na Alsácia, mas pode ser encontrada com qualidade na Itália, Alto Ádige, Austrália, Nova Zelândia, EUA e, com critério, no Chile e no Brasil, isto mesmo. O Brasil em tempos idos foi um bom produtor desta casta, principalmente na fronteira com o Uruguai.

Mas, sem dúvida alguma, os alsacianos são os melhores nesta casta.

Em termos de gastronomia, são parceiros ideais para a culinária alsaciana que lembra a alemã. Carne de porco com temperos agridoces.

Em falar em agridoces, certamente, vai muito bem com culinária oriental ao estilo Thai.

Vai dar vontade de estar lá depois de verem este vídeo.





A FASCINANTE SAUVIGNON BLANC

22 10 2011

Pensou no verão, calor, praia, piscina, sol e comidas leves, certamente pensará na Suavignon Blanc. Pensou num vinho branco seco, as vezes mineral, as vezes frutado, mas sempre com acidez marcante, pensou num Sauvignon Blanc.

Eis a Sauvignon Blanc, linda, deliciosa, saborosa e majestosa. Nascida em Bordeaux, onde com a Semillon produz um dos néctares dos Deuses, o Sauternes. Junto com  a Chardonnay compõe  a dupla de uvas brancas ffrancesas hoje tidas como internacionais. E assim o é pela sua versatilidade, produtividade e adaptabilidade.

A Sauvignon Blanc é extremamente sensível ao terroir daonde foi plantada, produzindo, assim, diferentes estilos de vinhos.

Temos os franceses de Bordeaux onde ela não alcança, sozinha sua plenitude. São vinhos, em geral, de médio corpo, acidez na medida e aromáticos.

No Loire, perto da Borgonha já é outra história. Temos dois locais que ficam na memória e qualquer amante do vinho: Sancerre e Pouilly-Fumé, apenas um rio separa geograficamente estas cidades, vejam o linkhttp://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/7/79/Vignobles_val_de_loire.png  mas em termos de vinhos, mas  quanta diferença. O Sauvignon Blanc do Sancerre é seco, mineral, aromas herbáceos e acidez marcante. O do outro lado do rio, como o nome indica é fumado, tem toques de fumaça e defumado, continua seco e com acidez marcante.

Já do outro lado do mundo encontramos na Nova Zelândia,  no norte da ilha sul, mais especificamente em Marborough, um SB extremamente frutado e aromático. Ao abrir a garrafa logo salta ao nariz os aromas de marcujá e melão. Sua importância é tão grande que colocou a Nova Zelândia no seleto grupo de países produtores de vinho de alta qualidade.

Outro SB que me chama atenção são os de Cuyo, Mendonza, Argentina. Muito herbácio. Na boca cítrico, lima-limão típico, acidez elevada e seco. Um grande vinho para acompanhar-nos na praia, piscina e com frutos do mar. Parceria ideal para o camarão, já que ele é um pouco adocicado.

Os SB chilenos também não ficam atrás, os melhores são os de Casablanca, perto de Valparíso. Melhor terroir chileno para brancos e Pinot Noir. Seguem a mesma linha dos argentinos.

No Brasil não podemos esquecer os da serra catarinense, espetaculares, alguns com aromas de amendoas e frutos secos, divinos.

Gosto, também, dos SB sul-africanos, em especial os de Steelbosch, perto da Cidade do Cabo e região mais fria do que sua vizinha Paarl.

Mas apesar de ser uma uva, tida como internacional, ainda prefiro do Loire. Se puderem façam a comparação degustativa dos Sauvignon Blanc do Sancerre e do Pouilly-Fumé uma experiência  INESQUECÍVEL.

O certo é que seja de onde for o verão pede um Sauvignon Blanc. Outra lembrança a Sauvignon Blanc dificilmente aceita madeira, portanto se não gosta dos brancos barricados aqui está a dica.

O vídeo de um vinhedo de Sauvignon Blanc em Sancerre  é lindo os vinho melhor ainda

 





SIMPLESMENTE O MELHOR

17 07 2011

A Syrah dizem uns ser originária do vale do Rhone, norte, perto de Lyon, tida como a capital mundial  da gastronomia. Outros, numa versão mais épica dizem ser esta uva originária da Pérsia, hoje Irã onde, inclusive tem uma cidade chamada Shiraz. Esta uva teria sido trazida para o Rhône por um cavaleiro templário. Este ao abandonar suas cruzadas teria se tornado um eremita (Hermitage) e se fixado paragem no Rhone.

Pois bem esta casta no vale do Rhone alcança sua plenitude. Ali três locais se destacam. Hermitage, alto do vale, Corzes Hermitage, parte de baixo do Rhone, a partir da capela que dizem ser última morada do nosso famoso cavaleiro templário e, do outro lado do vale, Cotie Rotie onde esta casta, inclusive é misturada ao branco Viognier, para, assim dizer, acalmá-la um pouco.

Segue a foto da capela com vale do Rhone ao fundo.

Por outro lado é certo que esta casta, pela sua adaptabilidade hoje está espalhada pelo mundo inteiro, desde o Rhone sul, países andinos, EUA e Austrália, onde é tida como uva símbolo.

Gosto e muito desta casta. Quando ela se desenvolve com maestria, certamente, teremos um vinho de exceção.

Na Enoteca Conte Freire, Rua Desembargador Espiridião de Lima Medeiros, 156, Porto Alegre/BR, abrimos ao final do curso sobre Chile e Argentina, suas regiões e diferenças, este Montes Alpha 2006 da foto e ele   é exatamente assim. Encorpado, cor escura, aromas que vão das ameixas e frutos secos passando por couro e especiarias. Na boca volumoso, picante e apimentado, exatamente, apimentado. Os melhores Syrah mostram esta característica de pimenta e pimentão verde. Final de gole longo agradável e ABSOLUTAMENTE INESQUECÍVEL. Vale cada gota.

Aurélio Montes é figura conhecida no Chile e está entre os melhores enólogos daquele país, Colchagua é, seguramente, uma das melhores regiões vinhateiras do mundo, este Montes Alpha tem região demarcada e filiação correta, utilizando-se de uma das melhores uvas que existem só poderia ser simplesmente o melhor da noite.

Safra mais antiga, 2006, mas que em nada piora, muito pelo contrário, um clássico, assim como curtir Tina Turner.





VINHOS MADUROS – ESCOLHA SEU ESTILO

10 04 2011

São vinhos que precisam de algum tempo de estágio em madeira e garrafa, algo em torno de 10 anos caso contrário estaríamos abrindo um vinho que sequer conseguiu desenvolver-se. São vinhos, por este motivo, caros, alguns mais caros que deveriam.

Nos brancos temos a Riesling, a Grünner Veltiner e a Semillon que produzem brancos excepcionais, mas para serem apreciados após 10 anos de descanso. Os Riesling, de preferência alemães ou ausralianos e Grünner Veltiner, Áustria e a Semillon, apesar de compor o corte das brancas de Bordeaux, inclusive o botritizado Sauternes, desenvolve-se com maestria na Austrália onde alcança a sua plenitude depois de 10  12 anos de garrafa.

Nos tintos o segredo, com suas raras exceções é o tanino. Ele quando em grande quantidade traz muita estrutura para um vinho, ocorre que para arredondá-los só o tempo em barricas, como na foto acima e muita espera em garrafa. Nesta turma eu gosto:

PORTUGAL: Certamente a tânica e manhosa Baga, da Bairrada. Região perto do Atlântico são vinhos que quando bem trabalhados produzem verdadeiras joias da coroa. Um vinho bastante complexo, frutas silvestres com um fundo de café e tostado. Ou então um maduro alentejano como um Mouchão ou um Pera Manca, elegantes e refinados.

URUGUAI: A Tannat, a exemplo da Baga possui bastante taninos e quando os produtores acertam a mão o vinho é um pouco mais caro mas muito bom. Bastante corpo, aromas de frutos vermelhos e couro. Gosto do Staiger Viejo, com o detalhes que as uvas não são dos arredores de Montevidéo e sim da região noroeste do país.

FRANÇA: Certamente a minha amada Syrah, os Hermitage e Cotie Rotie do alto Rhône são meus preferidos. Vinhos que precisam de 10 anos de garrafa, quando se abre o ambiente perfuma, nariz de frutos vermelhos e especiarias, como cravo e canela. Na boca volume, potência com toques de mentolado  e pimenta. FANTÁSTICOS, puro sangue total. Tem os vinhos de Bordeaux, no estilo mais charmosos e elegantes. Nariz mais calmo, café e tostado, na boca corpo elegante e sedoso, no estilo mais clássico que os puro sangue do Rhône, ah e bem mais caros também.

ITÁLIA: Aqui as opções são várias. Do sul com a uva Aglianico, Taurassi e Basilicata, são potentes e firmes, ao estilo dos vinhos do Rhône, verdadeiros puro sangue, como um carro esportivo, como dizem por lá, uma máquina, mas em face dos taninos precisam, também, de muito tempo de descanso nas barricas e garrafas. Do Piemonte os Barolos, com a Nebiollo, certamente grandes representantes. Vinhos firmes, encorpados, nariz de frutas vermelhas e discreta madeira. Na boca densos e firmes. Em Valpolicella os Amarones feitos com a especial técnica das uvas desidratadas, potentes, alguns chegam a 17% de álcool. Boca firme e encorpada com um final meio amargo. Nariz mais adocicado de frutos vermelhos e tabaco. Bela opção.

AUSTRÁLIA: Certamente os tintos do Vale Barossa, densos e com ato índice de álcool, muitas vezes utilizam ao exemplo de Cotie Rotie a Viognier para acalmar a Syrah.

CHILE e ARGENTINA: Certamente os clássicos com muito tempo de barrica e garrafa. Principalmente os feitos com Cabernet Sauvignon (Chile) em especial os de Colchagua e a Malbec (Argentina) estes em especial os de regiões quentes de Mendonza, como Lujan de Cuyo e La Consulta.

Bem seja qual for o estilo nos vinhos maduros, beba-os devagar, aprecie o momento de estar a frente de um vinho que descansou, pelo menos 8 a 10 anos até estar a sua frente.





LOMA LARGA – CABERNET FRANC 2007 – CHILENO AO ESTILO VELHO MUNDO

25 03 2011

Já tinha provado outros vinhos desta vinícola chilena instalada no vale de Casablanca, entre eles o Syrah e o Sauvignon Blanc, todos muito bons.

Fico especialmente feliz quando encontro um vinho andino vinificado ao estilo europeu, ou seja, mais leve, elegante e  com vocação para a gastronomia. Bem diferente do estilo imposto pelo Robert Parker e seus acólitos, aquele tinto retinto.

Este além do mais me parece uma raridade eis que utiliza como varietal a Cabernet Franc, diga-se que uma casta bordalesa não muito utilizada por estas paragens, ainda mais em estilo monocasta.

Vinho de cor vermelho profundo mas com grandes reflexos e translúcido o que já afastava de plano o estilo concentrado da maioria dos tintos chilenos. Nariz delicado de amoras e ameixa, mas disse delicado subliminar, confirmando a sua sensualidade. NA boca a afirmação, o estilo é europeu. Ligeiramente tânico, álcool de 14,5%, mas totalmente integrado ao vinho, acidez marcante o que condiz com sua vocação gastronômica. Longo gole final. Vinho para ser apreciado sozinho (sem petiscos ) ou mesmo esperando um prato com carne vermelha, mas sem exageros. Gostaria de bebê-lo com almôndegas e massa.

O produtor está localizado no vale de Casablanca, meio do caminho entre Santiago e a turística Valparaíso. Alguns vinhedos estão a poucos quilômetros do Pacífico. Os ventos frios refrescam os vinhedos nas noites de verão o que nos traz condições ideais para excelentes brancos, Pinot Noir e tintos de médio corpo como este.

Vai muito bem com um bom livro e este adágio – Mozart Concerto para clarinete e orquestra.








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