Vinho na temperatura certa antes de abri-los é importante separar as taças. Sei que há taças caríssimas altamente sofisticadas, estilo Riedel, http://www.riedel.com/ mas convenhamos vamos por os pé no mundo real. Em 90% dos casos não estaremos em condições de estar a frente destas Ferraris das taças.
A figura acima é elucidativa. Apenas uma explicações.
A diferença entre o branco e o branco jovem. O primeiro em quase todos os casos passa por madeira, isto é teve contato com madeira, os melhores e mais caros, estagiaram em barricas de madeira francesa ou americana, neste blog tem um post sobre eles http://wp.me/pPKW2-CI portanto a taça deve ser mais bojuda para que os aromas fiquem “presos” mais tempo e assim possamos apreciar melhor seus aromas. Já os brancos jovens, na maioria dos casos, leves e frutados já explodem os aromas no nariz assim que abrimos o vinho.
Nos tintos vale a mesma regra. Quanto mais estagiou em madeira e envelhecido na garrafa, tipo 8 a 10 anos para ficar no ponto, maior a taça e seu bojo.
Nos espumantes/Champagne o clássico é este “flute”, mas eu prefiro os “flute” mais boljudos assim mantemos os delicados aromas por mais tempo na taça.
Detalhe, nunca encha demais a taça, assim pode-se girá-la para liberar os aromas. E a segure pela haste ou pé. Assim não suja o seu corpo com a gordura das mãos o que facilitará a análise visual, além de não esquentar o líquido.
Técnicas básicas de degustação e se devo decantar os vinho veremos adiante.
Bohemian Glass, tudo de bom.



[...] Freire, Roger EduardoPRIMEIROS PASSOS – PARTE VI – O SACA-ROLHA 15/11/2011 alemdovinhoPRIMEIROS PASSOS – PARTE V – A QUESTÃO DAS TAÇAS 15/11/2011 alemdovinhoPRIMEIROS PASSOS – PARTE IV – O SERVIÇO DO VINHO – A TEMPERATURA [...]
Muito boa esta colocação e extremamente útil para os iniciantes.
Esta série ´exatamente neste sentido. O início de uma viagem espetacular